Leitores(as) com muita pesquisa na internet, achamos uma notícia deprimente.
Morte de bebês e falta de médicos levaram ao fechamento da UTI neonatal de Canguçu.
Em 90 dias de funcionamento, 12 crianças morreram na unidade.
As razões:
falta de médicos suficientes para manter a unidade criada para ser
referência regional e uma mortalidade de bebês bem acima do usual. Nos
90 dias de funcionamento, morreram no local 12 bebês dos 45 atendidos.
Conforme a Secretaria Estadual de Saúde (SES), a proporção na casa de
saúde de Canguçu foi de 80 óbitos para cada mil nascimentos no hospital,
no primeiro mês de vida. A média nas UTIs neonatais gaúchas, segundo a
secretaria, é de 13 mortes para cada mil nascimentos. Ou seja, em
Canguçu teriam morrido mais de seis vezes o número de crianças que o
costumeiro em outras unidades do gênero no Estado.
Conforme
as primeiras conclusões da apuração feita pelo governo do Estado, não
houve epidemia na UTI. Os bebês morreram de causas diferentes, e a
suspeita das autoridades estaduais é que as mortes tenham ocorrido por
um fator muito humano: pressa. Na ânsia de abrir a unidade intensiva,
faltaram especialistas habilitados. A unidade de Canguçu começou a
funcionar com apenas dois médicos e, depois de algum tempo, contava com
quatro — quando o número exigido pela Anvisa seria oito médicos para
cuidar de 10 pacientes (a capacidade da unidade).
Fonte: www.diariodamanha.com








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